o vinho dos chineses

deitados na pequena praia
bêbados de vinho
à beira de um rio invisível
enquanto as estrelas ardem
sua luz fria
cansadas da fútil combustão
de nosso sangue impaciente
de nossa carne medida
em décadas não em milênios
seguro tua mão
beijo tua boca
me aferro a teu ventre
para que façamos
mais uma vez o amor
bêbados de vinho.

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Sobre pedrogonzaga

Músico, professor, tradutor e azarão da escrita. Ver todos os artigos de pedrogonzaga

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